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DA LAVOURA À MEMBRO FUNDADOR DO SINDICATO DOS TRABALHADORES - Jaru na Web

Cultura

01/03/2017 às 11h50 - Atualizada em 01/03/2017 às 11h50

DA LAVOURA À MEMBRO FUNDADOR DO SINDICATO DOS TRABALHADORES

André Medenski da Silva
Jaru - RO
FONTE: CIDERLI SANTANA

Jorge Evaristo de Moura, pioneiro, nascido no dia 26/10/1934 natural de  Guiricema – Minas Gerais. Recebeu seu Batismo na igreja Nossa Senhora da Encarnação na sua cidade natal e teve como testemunhos seus avós maternos.  Aos sete anos, o Bispo de Leopoldina, deu-lhe a crisma e posterior a primeira eucaristia com D. José Ribeiro Guedes.


Iniciou sua vida no trabalho na lavoura logo aos sete anos, mesmo o pai contrariado, pois insistia pra ajudar a mãe nos afazeres domésticos,  mas ele preferia estar na roça: capinando, plantando milho, feijão, arroz,   amendoim,  fumo, aipim e  batata doce. O milho era  quebrado,  moído para o sustento da família e também para tratar os capados.  A vida de tirar o leite das  vacas iniciava muito cedo a partir das 4 horas da madrugada. O leite era usado para fazer queijo.


Papai fez minha matricula na escola e ainda lembro-me da professora Terezinha. Éramos 15 alunos. Na terceira série estudei com a professora Maria ( que era esposa do senhor Michel  Augusto) dono do Cartório de Registro Civil. No quarto ano   estudei com o professor José Fidelis e sempre eram os pais que pagavam 10.000( dez mil réis) por mês. Aos 18 anos fui estudar na Escola Agrícola do posto Agropecuário do Sete Lagoas – MG, onde formei e também fui contratado pra trabalhar.


No dia 01/06/1958 conheceu Maria Florentina, (conhecida como Zizinha), e no dia 23 de mesmo mês a pedi em casamento.


Depois de algum tempo resolveu ir pro estado do Paraná,   com a  esposa,   permanecendo lá por 04 anos.   Ficou sabendo que seu pai havia comprado 30 alqueires de terra em Jaciara estados do Mato Grosso e logo se juntou ao seu pai. A viagem de MG para o MT foi realizada em um caminhão da Fábrica Nacional de Motores- F.N.M.;  o caminhão transportou seis casais, 27 crianças perfazendo um total de 39 pessoas. No ano de 1964. 


Nesta vida nos deparamos com várias situações: fui  tomar conta  de um time de futebol onde desempenhei a função de presidente, diretor, juiz, treinador, jogador que corria os quatros cantos do campo.


E como num passe de mágica, cá estávamos eu e toda a família, fazendo a seleção do lote com Soares e Eustáquio, que eram os chefes do INCRA naquela época (1973).  O mesmo lote que recebi naquela época e o que tenho até hoje.  Minha família ficou instalada aqui na cidade até que fizesse um barraco pra levar todos pra roça.


No  trabalho de organização ajudei a criar a Federação de Cuiabá – MT CONTAG;



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